Aparece, brota... De onde? Pergunta o menino.
Não sei. Do ato. Produto do serviço imaginário, talvez.
Sem entender, ecoa na cabeça da criança: Ato? Serviço imaginário?
Sem conseguir colocar sentido no que ouviu, cresce tendo apreciado este momento, uma fala simples, porém com certos sentidos... E acaba guardando uma memória boa daquela ocasião.
Mal sabia ele que havia sido infectado, que se contagiava naquele momento por uma possível forma de existência.
Hêêêê encontros... O que seria de nós se não fossem vocês? O contato, a apreensão?
Enfim...
Mais um encontro se inicia.
Olá Pessoal,
ResponderExcluirEstou muito feliz em ser membro desse blog.Espero que ele seja muito útil para tds nós.
Abraços em todos!
UUUUIIIII!!!!!Ainda estou um pouco perdida colega...até quinta!
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